segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Filme: You're My Pet


Sinopse: Uma mulher com uma carreira profissional estabilizada, mas sem muita sorte na vida sentimental, decide adotar um cara como seu cachorro de estimação.

Foi um dos filmes que eu esperei loucamente e sofri horrores quando saiu aquela nota falando sobre a possibilidade de nem sair. E, quando vi que um fansub havia traduzido, corri para baixar, nem quis saber se era três da manhã...


Motivo maior para a minha espera e expectativa completa nesse filme: Jang Geun Suk. A minha decepção com o filme - que não vem ao caso agora - não teve nada a ver com ele porque, mais uma vez, passo por cima das opiniões alheias e digo: ele é o melhor ator na minha lista! Mal aí quem acha que não e eu disse na MINHA lista, então... gostei dele no papel de Momo - amei esse nome, será o nome do meu próximo cachorro eu falo sério quando digo isso - porque diferenciou um pouco, saiu daquele padrão de papéis que ele tem no currículo. Achei que ficou ótimo no papel de cachorro-humano, dá até vontade de adotar um humano como cachorro! Aí, depois de um tempo, você desiste da ideia.


Já não faço os mesmo elogios a protagonista, a mestra, proprietária do Momo. No começo, ela parece determinada, forte, daquelas que manda e desmanda e, mais a frente, vira no que é aquilo! Aquelas mocinhas confusas e indefesas que dão ânsia de vômito mentira! e isso me tirou muito do sério, pois li muito sobre o dorama Kimi Wa Petto, vi várias opiniões sobre a protagonista e ela não supriu nenhuma das minhas expectativas para com a personagem. Não estou desmerecendo o trabalho dela como atriz, mas acho que ela não foi uma boa escolha para dar vida a Eun Yi.


Outro que deixou muito a desejar como terceiro membro do triângulo amoroso foi esse cara aí. Não é por nada, porém eu acho que o papel dele deveria causar um pouco mais de impacto na história, sabe? Woo Sung não fez muita coisa que fizesse com que as pessoas que assistem lembrassem da existência dele no filme. Eu notei tanto a presença dele que, só pra vocês terem uma ideia, não faz nem um mês que assisti o filme e tive que procurar o nome do personagem na internet, pois não lembrava o nome do bichinho! Mais um motivo para não ter gostado dessa pessoa no filme foi o fato de ele ter desistido na hora que descobriu que o Momo era um cara e não um cachorro. Cara, você não gosta daquela mulher? Ela não é tua mulher? Então, por que raios desistiu dela ao saber que o cachorro dela era um cara? Tipo assim, se ela diz que é o cachorro dela, é porque não tem muita consideração pelo pobre coitado, certo? Pelo menos é o que eu acho...


Ao contrário do que todo mundo pensa - até do que eu pensei! -, nota-se que a coisa mais focada no filme é que o foco não é uma mulher e seu cachorro de estimação que, na verdade, é um homem ou o romance meloso, chato e fofo e, sim, uma boa comédia descarada e pastelona, que todo mundo já está acostumado. Romance? Quase não tem. Beijo? Praticamente não tem, porque aquele mexer de bocas dormentes com troca de saliva no final do filme não pode ser considerado um beijo! Triângulo amoroso? Senti falta do terceiro elemento para que a forma geométrica acontecesse. Comédia? Quem aposta nessa antes de assistir,só tenho uma coisa a dizer: Se joga, meu filho!

Isso aqui:
                                                                    Acaba nisso aqui:

Cenas engraçadas, como quando o Momo decide tirar a Eun Yi para dançar e machuca as costas da mesma, quase fazem você esquecer o quanto esse filme é tão... estranhamente falho! E sem falar que ver Jang Geun Suk dando uma de Valesca Popozuda por um segundo no corredor e dançando sozinho faz você ficar totalmente em choque e perder a cena seguinte!

Claro que no final a determinada-confusa da Eun Yi e o dançarino-cachorro do Kang In Ho/Momo acabaram juntos, como manda o figurino. E, logicamente, lá nos créditos, apareceu ele fazendo-a de cachorro #trágico...
Aí você me pergunta: "Mas Mayara, você gostou ou não?", e eu respondo: Em partes, sim, em partes, não. Mais pra não do que pra sim! Motivos do sim: Jang Geun Suk, comédia pastelão, sem muitas intervenções dos personagens de apoio, enredo bom. Motivos do não: principal com características confusas e não muito definidas, falta de presença do terceiro no triângulo amoroso, falta de foco na parte romântica do filme, momentos pastelões exagerados para desviar a atenção do péssimo decorrer da história, um "como e quando acontece" muito perdido, o que faz você se perder e nem saber quando ou como aquilo aconteceu. Um bom exemplo desse último motivo, é quando o Momo deixa de ser Momo e vai embora. Você não sabe se ele e a Eun Yi estavam de bem ou de mal, como e quando ele foi embora...
Pra terminar, se você não tem um bom motivo para assistir esse filme, como eu tinha, ou não achou o enredo realmente interessante, não assista, você vai achar uma bela porcaria!

Mensagem Subliminar:

Agora você sabe porquê acha o seu cachorro tão sem graça?

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Filme: Shinobi


Sinopse: Dois shinobis de clãs inimigos se apaixonam e são obrigados a lutar um contra o outro.

Não foi um filme que eu amei e, quando eu baixei, foi porque gostei do nome e a sinopse parecia boa, afinal, eu amo filme de lutinha asiático e, como diria meu pai, quanto mais mentira melhor. E quem não ama um filme de lutinha com um romance à lá Romeu e Julieta? Bom, então vamos ao filme e seus personagens.


Oboro era a shinobi do bem, da paz e muito amor. Ela era a próxima a assumir a liderança do clã Iga, mas o probleminha surge quando ela é obrigada a tomar a frente de outros quatro shinobis e entrar numa batalha contra o clã de Koga, ou seja, o qual o líder é Gennosuke, o Neymar do Japão e gatinho dela. A Oboro me irritou muito, porque ela começa o filme toda "como vamos ficar juntos?" e "eu não quero lutar" e, depois, quando ela tem a chance de dar no pé, ela pega a galerinha do mal e vai atrás do Neymar japa. Não entendo...
Ela tem uma mágiquinha toda maneira que é o olhar da destruição. Ela literalmente tem um olhar matador...


Gennosuke... Eis o Neymar do Japão. Caso você esteja procurando alguma semelhança facial entre eles, não é isso. É o cabelo! É, minha gente, em 1641, o penteado vassoura de jardim moicano já era top na balada. Tá, parei. Gennosuke é um cara da paz e não quer lutar, até porque acredita que o mundo inteiro tá unido. Bem de humanas. Coitado. Ele lá, todo de boa fé, crendo que a Oboro não iria entrar na briga, quando mandou o pergaminho para ela... E de repente VAPU! Lá estava ela,  bela e formosa, mandando ver no olhar quebra ossos... Ôshi menina mala, hein?


Yashamaru, esse era o cara! Ok, não fez grandes coisas no filme, todavia as lutinhas dele foram bem maneirinhas até. Só que até agora ainda estou tentando entender se aquilo que saía de dentro das suas enormes mangas era cabelo, tentáculos, chicote... aliás, amei o cabelo escorridão dele e desculpa aí quem não achou, mas eu achei ele, tipo assim, a Demi Lovato do Japão! Algumas expressões me lembraram ela #falomermo. A única coisa que não gostei foi a parte em que ele morreu, pra mim, o filme todo perdeu a graça sem a Demi.


Agora a personagem feminina que mais gostei desse filme foi a Kagero. Era bonita, sensual e envolvente. Vendo-a entrar em ação, tive que concordar com o meu pai: homem é tudo trouxa mesmo! Na primeira luta que ela teve, adivinha quem ganhou... Pois é, ela seduziu o Wolverine japa e o matou intoxicado com uns veneno louco! É uma pena que ela não soube aproveitar todo o seu poder e ficou apaixonadinha pelo Gennosuke, sendo assim, quando ela se enfiou em outra lutinha, morreu.


Uma das minhas partes preferidas é quando o Muroga Hyoma chega todo boladão e enfia a espada no Yakushiji Tenzen e aí, quando o cara não morre e ele pergunta se ele é imortal, Tenzen reponde que só não é bom em morrer. Tenho que dizer que virei fã desse tiozinho? Acho que não, né?


O que deu raiva foi uma das cenas finais. Gennosuke e Oboro se encontram e, ao invés de pararem e pensarem que continuar lutando era bobeira e que não estava rendendo nada, não! Gennosuke deu uma de idiota e mandou Oboro matá-lo. E o que ela fez? Simples, tirou aquela espadinha e matou o coitadinho, afinal de contas, ela só mata quando os caras a mandam matar, ou seja, o cachorrinho mandado dos homens, pois eles mandam e ela mata!
É um filme bom, com atuações boas, um enredo bom que, apesar de meio que lembrar Romeu e Julieta, tem um estilo próprio de fazer as coisas acontecerem e as características de cada personagem são bem convincentes até. Recomendo, mas só pra quem é chegado num romance com lutinha e muita mentira.

Mensagem Subliminar:

Quem diz que mulheres não são perigosas, é porque nunca experimentou ter um affair com uma de um clã inimigo!

Dorama: Koizora


Sinopse: Tahara Mika é uma estudante de 16 anos que, por motivo desconhecido até por ela acho, ama o céu e se apaixona por Hiro ao conhecê-lo.

Como sempre, eu estava relutante em assistir esse dorama porque todo mundo que comentava sobre dizia que tinha chorado horrores, então, perguntei para uma amiga e ela disse que se eu fosse forte, eu devia assistir. Depois de assistir, a relutância surgiu de novo na hora de fazer a resenha... enfim, é um drama bonitinho, com uma história bonitinha, com personagens que fazem coisas bonitinhas por causa de um amor bonitinho.


Mika é uma personagem bem do tipo que eu não gosto: fofinha, bonitinha, boazinha, educadinha e simpaticazinha com todo mundo até com a menina que quase surrou ela. Ela é meio totalmente bobinha e ingênua. Mas aí as coisas mudam quando ela conhece Hiro, o primeiro tudo na vida dela. E quando eu digo tudo é tudo mesmo, sem excessão de nada!


Hiro é do tipo rebelde sem causa, como se vê na maioria dos doramas. Sinceramente, não achei ele tudo aquilo e fiquei pensando que podiam ter achado um principal mais bonitinho, porém dei um desconto pra ele no decorrer do drama, quando ele mostra seu lado fofo e fica doentinho. Ainda assim, não perdoei a pessoa que teve a ideia de fazer isso com o cabelo do menino. Judiaria! Se bem que esse cabelo dele me rendeu a única risada que eu dei o drama inteiro, quando o pai da Mika perguntou se ele ia pra escola daquele jeito. Contudo, eu achei esse menino a cara do guitarrista do restart #prontofalei.


Elenco de apoio dá pra se dizer que não tem porque os coitados que eram para ser a parte secundária do drama, depois de um tempo, acabaram se transformando na terciária! Por um lado, isso é bom, só a gente não quer ver só a Mika e Hiro, não, minha gente. Tatsuya foi um desses secudários-terceários. Eu gostei dele porque ele era todo esquisitinho, não falava muito, entretanto, sempre preocupado com a Mika. Achei ele fofo, sério!


Aya, a melhor amiga de Mika, era a macaca saltadora de janela. Gente, aquela menina já podia virar bandida porque não entendi o motivo de ela sempre entrar pela janela! Minha querida, já existe porta nas casas, sabia? Outra coisa que me tirou muito do sério na Aya foi o fato de ela tá sempre tentando desencalhar a própria amiga. Primeiro Tatsuya, depois, apoiou a amiga com Hiro única coisa que ela fez que prestou e aí, quando a amiga estava sofrendo por causa do Hiro e tal, ela vai lá e joga a Mika para cima do Yuu...


Essa aí era tão importante no drama que eu nem lembro o nome dela! Ok, essa era a bad girl da parada, mas nem fez muita diferença, apareceu em mais ou menos dois episódios e sumiu. Na verdade, ela não fedeu nem cheirou nesse drama #fato.


Yuu foi o segundo carinha doce, querido e carinhoso que a Mika jogou fora nesse drama. Coitado, todo apaixonado por ela e foi abandonado por causa do Hiro.
Por fim, este dorama não foi feliz, pastelão ou qualquer coisa assim. Foi triste, com personagens tristes, com histórias tristes, muito choro triste e, em algumas partes, atuações furadas que me deixaram triste...

Mensagem Subliminar:

Se você está a fim de chorar como se a sua mãe tivesse te surrado e te deixado de castigo, sem internet para o resto da sua vida, esse é o seu drama.

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Dorama: My Girfriend is a Gumiho


Sinopse: Cha Dae Woong é um garoto mimado, que foge do avô e vai parar em um templo. Durante a noite, ele sai aos arredores em busca do sinal de celular, quando recebe uma ligação misteriosa; a voz o obriga a desenhar nove caudas em uma raposa pintada, libertando assim uma gumiho.

OH GOD! Eu simplesmente amei esse drama. Fiquei meio relutante em assistir no começo, porque eu achava meio estranho essa coisa de "raposa de nove caudas", eu ficava sempre ligando o drama ao Naruto #fato.


Mi Ho - engraçado que com o passar do drama, quando Cha Dae Woong dizia Gu Mi Ho, ninguém se ligava na trollagem, né? - é simplesmente a criatura mais fofa e pura deste universo. Odeio o excesso desnecessário de fofura das asiáticas, mas eu simplesmente amei a Mi Ho, gente. Ela sim era um exemplo correto de inocência e ingenuidade sem ser estúpido. Gostei da maneira de agir dela, inocente, porém não burra. Não era orgulhosa nem invejosa, entretanto não deixava que pisassem nela e tinha um sonho: ser humana. Claro que desde o começo eu torci horrores por ela. E, quando a coisa apertava, eu ficava triste. Era mais ou menos "ELA VAI CONSEGUIR", "NÃO! COITADINHA, ELA NÃO VAI CONSEGUIR".


Cha Dae Woong é o cara riquinho, órfão e sustentado pelo avô. Em partes, ele é meio pastelão, confesso que ri horrores com as expressões faciais dele. Por causa disso Lee Seung Gi virou um dos meus atores preferidos! Dae Woong não é um cara de muita sorte. O avô quer meio que deserdá-lo, então, o garoto foge para o interior, indo parar em um templo. Quando sai em busca de sinal para dar um telefonema, recebe uma ligação estranha de uma garota que o manda desenhar nove caudas em uma pintura de raposa que parece mais um cachorro. No desespero, faz o que ela manda, libertando Mi Ho. Assim, ela passa a seguí-lo. Comparado a outros personagens do tipo, eu gostei muito do Dae Woong, achei que a atuação do Seung Gi foi simplesmente excepcional. 


Agora eu achei um pouco demais deixarem Park Soo Jin ficar com o papel de hater. Não que eu não goste dela. NÃO! Jamais! Adoro o trabalho dela, mas acho que para esse papel não foi uma boa escolha. Hae In foi mais um daqueles erros cênicos, que, na verdade, são tentativas de vilões. Os planos dela não davam muito certo - se bem que não eram planos muito inteligentes - e tudo que ela sabia fazer era dar uma de garotinha mimada que pode tudo! Me irritei profundamente - e me decepcionei também, né? -, mas ainda bem que ela não fez muita diferença no encaminhar do drama.


Diretor Ban e Min Sook foram o casal top na balada pastelona desse drama. Eles foram, tipo assim, meio que o ponto de equilíbrio do drama. Não que os outros personagens também fossem engraçados, só esses dois eram o ponto chave da comédia. Protagonizaram as cenas mais divertidas, vergonhosas e, às vezes, até românticas. Porém as cenas mais engraçadas foram sem sombra de dúvidas: Min Sook tropeçando e beijando a bunda da estátua, Diretor Ban com o corpo cheio de emplastro porque Min Sook gostava do cheiro e, sem falar, no casamento tumultuado pelo vovô Cha, né?


Esse é um dos grandes motivos para se assistir ao drama, sem dúvida alguma. Park Dong Joo é aquele elemento precioso que dá o mistério no drama. No começo, ele parece ser só um cara mítico, com pouco mais de 700 anos - se choque assim como eu -, disfarçado de veterinário. Essa é sua impressão de primeiro momento. Depois, quando persegue a Mi Ho na faculdade, ele parece ser um caçador de gumiho com aquela faca de chumbo - ou sei lá que raio é feito aquele bagulho, o importante é que é uma faca! Bom, tudo o que se sabe dele é: não é veterinário, tem mais de 700 anos, era apaixonado por uma gumiho no passado, mas a matou a pedido dela, o porquê disso ninguém sabe e é metade humano-metade alguma coisa que ninguém tem ideia do que seja. Eu gostei do mistério que ele causou, no entanto, achei que não revelar o que ele realmente é foi exagerado demais. As roteiristas deveriam rever a parte desse menino porque elas nem ao menos sugeriram, apenas deixaram as pessoas que assistem confusas. Realmente fiquei com a pulga atrás da orelha sobre quem ele era, que tipo de ser era, se era bom ou mau... enfim, eu só queria saber a história dele e o que ele realmente queria com a Mi Ho. Sem falar que, no fim, ele virou professor universitário. Como Dong Joo faria para explicar aos alunos que ele não envelhece nem um dia. Sim, porque um dia eles iam acabar notando que o querido professor deles era simplesmente o mesmo de 100, 200, 300, 700 anos atrás! 


Uma das coisas mais absurdas que aconteceram foi essa coisa tentar meio que fazer um merchan de You're Beautiful, colocando Mi Nyeo e Jeremy. Ainda o Jeremy se encaixou direitinho, mas eu senti que o roteiro ficou meio perdido na hora da Mi Nyeo. Quiseram enfiar ela lá de qualquer jeito e não souberam como. Pensem comigo: se Mi Nyeo cresceu em um convento, mais precisamente, no orfanato do convento, no interior, como ela teria estudado com o Dae Woong na cidade grande, se ela nunca havia saído do convento? Se alguém tiver a resposta, por favor, me responda.


O episódio 16, o último, que passa o centésimo dia deles juntos foi o mais triste para mim. Pela primeira vez eu não chorei com o personagem da comédia e, sim, com os principais e seu momento triste. Mi Ho estava a ponto de desaparecer e Dae Woong queria fazer algo especial para que pudessem ter memórias um do outro de como havia sido maravilhoso o tempo que passaram juntos, porém não foi tão bom assim. Tudo que eles queriam fazer não podiam, como a fonte estava em manutenção e só voltaria a ativa no dia seguinte, a ahjumma do frango havia viajado e só voltaria no dia seguinte, o ingresso que tinham para o cinema era para o dia seguinte... Momento triste.


Mi Ho e Dae Woong terem terminado juntos me deixou alegre. Foi um drama, em partes, que evolui com toda aquela coisa de os dois mudam um pelo outro e pelo amor que sentiam. Só achei que muita coisa ficou sem explicação e outras foram sugeridas sutilmente, como Mi Ho e sua única cauda no final. A explicação é: ela tornou-se metade humana-metade raposa. Seguir a mesma linha de You're Beautiful não foi uma das melhores ideais das roteiristas, em alguns momentos a coisa não andava, o galãzinho demorou para assumir seu amor pela raposinha, entre outras coisas. Mas e daí? É um drama que eu super recomendo porque eu amei ele!

Mensagem Subliminar:

Nova brincadeira: desenhe nove caudas na raposa e ganhe de brinde uma namorada que pode comer seu fígado!

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Dorama: The First Shop of Coffee Prince


Sinopse: Go Eun Chan é uma mulher trabalhadora que topa qualquer emprego honesto que lhe ofereçam para sustentar sua família; até que é contratada por Han Kyul para ser seu amante achando que ela é homem para fugir dos encontros às cegas que sua avó arranja para ele.

Como já é de se esperar, é mais um daqueles dramas em que tem a menina pobre, que se veste de homem por alguma causa "nobre"; e tem um cara que é rico, não quer nada com vida, casar nem pensar, com um trauma familiar, mas que, no fundo, no fundo, é gente boa. Nada muito diferente de todos.


Quando eu comecei a assistir esse drama, eu fiquei meio entediada, confesso. Não gostei muito, porque eu estou acostumada a dramas pastelões que fazem você rir até quando o cara tá sentado, parado e quieto! Mas com o passar do tempo, comecei a simpatizar com ele, me agradar da Eun Chan, achar que o Han Kyul era bonito, achar graça nos meninos que trabalhavam no Coffee Prince, criar uma raiva profunda da avó do Han Kyul e achar os acontecidos nos encontros às cegas do Han Kyul impagáveis.


Go Eun Chan virou arrimo da família aos 16 anos, quando pai dela morreu. É uma daquelas pessoas trabalhadoras e batalhadoras que topa tudo pra conseguir sustentar a mãe e a irmã. Constantemente é confundida com um homem por se vestir de maneira "diferente" do que é considerado feminino na sociedade atual e tem 1001 empregos. Descasca castanhas, costura olhos em bonecos de pelúcia, dá aulas de taekwondo para crianças, entrega comida para um restaurante, entrega leite de manhã cedo... Mas, logo após tentar proteger de Min Yeop da cadeia - por tentar assaltar Han Yoo Joo -, ela é demitida de um dos seus empregos por quebrar a moto do restaurante e é obrigada a pagar pelo concerto. Sendo assim, ela vai atrás de Han Kyul - que estava com Yoo Joo na hora do assaltato e acha que ela é comparsa de Mi Yeop por ajudá-lo -, e pede a ele o dinheiro que ele prometera para ela. Assim ela começa a trabalhar como seu amante nos encontro às cegas. Que confusão, hein?


Choi Han Kyul é o que se pode chamar de VSPA Vagabundo Sustentado Pela Avó! Claro que o motivo pelo qual ele não trabalha é porque estava esperando a confirmação de sua ida para a América, para trabalhar em uma fábrica de brinquedos. Mesmo assim, ele ainda não trabalha, tem quase 30 anos e é sustentado pela avó. Não tem interesse em se casar, porque é apaixonado há 9 anos por Han Yoo Joo, por isso, quando vê a oportunidade, contrata o "jovem trabalhador", como chama Eun Chan, para ser seu amante e fugir dos encontros às cegas que sua avó arruma na esperança de que o neto case-se de uma vez por todas. A única coisa com a qual ele não contava é que teria de trabalhar em uma cafeteria e aumentar as vendas em três meses, caso quisesse ir para a América. Contudo, ele reforma o prédio e abre o Coffee Prince, onde só trabalham homens e é aí que Eun Chan ganha um motivo para mentir que é homem...


Han Kyul só aceita abrir o Coffee Prince porque Eun Chan insiste para que ele faça isso e a contrate para trabalhar lá. Ele decide fazer isso, mas somente a contrata por pensar que ela é homem, ou seja, ela se torna um dos quatro príncipes do Coffee Prince. Até então, ninguém sabia que ela era mulher, só que a coisa começa complicar quando Min Yeop - mais fofoqueiro que ele só o Ha Rin! - descobre e conta para Sun Ki.


Só eu adorei o Han Sung? Ok, ele não é bonito, mas foi um dos personagens que eu mais gostei. Ele era amiguinho da Chan, apaixonado pela Joo, primo do Kyul e, pelo que eu percebi, um ótimo produtor musical. Gente, já de cara eu simpatizei com ele só pelo fato dele ter aquela casa cheia de instrumentos musicais, soou tão "amo meu trabalho" *o*. Tá bom, não foi só por isso, não. Adorei o fato de ele proteger a Eun Chan e defendê-la quando Han Kyul começou a dar aquele piti horroroso quando descobriu que ela era mulher. Achei que ele merecia um final melhor, sei lá...


Han Yoo Joo é o tipo de personagem que você odeia antes mesmo de ela aparecer no drama. Eu odiei ela por vários motivos diferente:
1 - O Han Kyul era apaixonado por ela há 9 anos e ela sempre se fazendo de amiguinha dele.
2 - Ela chifrou o Han Sung, foi embora por 2 anos e voltou como se nada tivesse acontecido!
3 - Por várias vezes ela foi o motivo da Eun Chan ficar p. da vida, porque Han Kyul e Han Sung só tavam de olho na carniça!
4 - Ela chama aquele monte de rabiscos dela de arte? Querida, você tá precisando rever os seus conceitos.
5 - Quando o Han Sung trai ela com a Eun Chan, ela se sente no direito de dizer "Não se apaixone por ela! Não se envolva!". Como assim, produção? Revisão nas falas dos personagens de vez em quando é bom, ok?
6 - Quando ela faz alguma coisa de útil, que é engravidar do Han Sung e deixá-lo todo feliz, ela perde o bebê.
E mais um monte de motivos para odiá-la. Por fim, não gostei dela nem no final. E olha que eu geralmente acabo gostando dos personagens no fim, hein?


Tudo que eu tenho a dizer é que eu não gostei desses dois juntos no final, sério. Acho que ela devia ter ido embora com aquele ex-namorado dela e deixado que o Han Sung se apaixonasse de novo por uma pessoa melhor que ela. Sei lá, minha opinião...


Só eu achei hilário e morri de rir na parte em que os dois andavam na rua e batia aquele vento super forte onde eles passavam? Palmas para o cara que teve essa ideia genial. Eu achei simplesmente SENSACIONAL essa cena.


Assim como a cena do beijo falso, né? Nossa, eu não conseguia parar de rir com a surra que a mulher deu nele. Gente, adorei aquela mulher! E Eun Chan virando a cabeça para o mesmo lado, quando o Han Kyul disse para ela virar a cabeça? Ótimo! Essa foi uma ótima lição de Como dar um beijo totalmente técnico.


E, em uma das comemorações de mais uma escapada bem sucedida de encontros às cegas, Han Kyul beijou a Eun Chan! Só eu fiquei chocada com isso? Quando eu pensei que ele ia se tocar que ela era "homem" e sentir nojo, eu estava errada... Quem ficou enojada foi a Eun Chan! Agora, pode um negócio desse?


Porém, o personagem que me conquistou de verdade, foi o Ha Rin, o sem vergonha. Mais galinha, sem vergonha, fofoqueiro e pervertido que ele era impossível. Eu ri e chorei muito com ele, porque apesar de ser um daqueles personagens pastelões que o povo só gosta dos momentos "riso" dele, Ha Rin também teve seu momento de tristeza no final do drama. Quase morri chorando quando ele deu a carta para a "Minha-Chan" quando ela estava indo embora para a Itália. E foi graças à ele que o Han Kyul soube que a Eun Chan era mulher... Enfim, pra mim, ele foi o personagem top de linha!


Mais o que eu achei o absurdo do drama, foi escândalo que o Han Kyul fez quando descobriu que a Eun Chan não era homem e, sim, mulher. Ele tinha é que ficar feliz por sua suposta homossexualidade não era real de fato. Mas não, ele superou minhas expectativas, ele montou altos circo para dizer que estava magoado por ela ter mentido. Ok, achei digno ele ficar bravo por ela ter mentido para ele por tanto tempo, mesmo depois de ter dito que não se importava que ela fosse homem, que ele iria gostar dela até se ela fosse um alien, porém achei hiperbole aquele projeto de barraco que ele fez, mas fazer o quê, né? Pior que isso foi ela ter ido para a Itália e deixado ele, quando estavam bem. Coreanos queridos, percam essa mania de arranjar pretexto o tempo todo para o casalzinho se separar, ok?

Mensagem Subliminar:

Caso se apaixone por um homem, investigue, ele pode ser mulher!

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Dorama: Marry me, Mary/Mary Stayed Out All Night


Sinopse: Uma garota de 24 anos, filha de um cara devendo até os fios de cabelo, se vê forçada a mentir para seu pai quando descobre que ela está prometida em casamento para o filho do melhor amigo de seu pai. 

PARA TUDO! Só eu achei esse drama SEN-SA-CIO-NAL? Quem não gostou, desculpa, mas eu achei esse drama tudo de bom, já entrou pro meu top dramas, lógico!
Começando pelos atores e suas atuações que foram muito bem feitas MINHA OPINIÃO.


Wi Mary é uma garota sonhadora, que amadureceu rápido por ter perdido a mãe muito cedo e ter sido criada pelo pai. Essa fofa aí é apaixonada por doramas e seu sonho era se tornar uma grande roteirista, mas, graças ao seu pai, que vivia metido com dívidas e agiotas, teve de trancar a faculdade. Seu outro sonho era encontrar uma pessoa que gostasse dela, casando-se e formando uma família. Só que acaba vendo esse sonho despedaçado ao descobrir que está casada no papel com o filho do melhor amigo do seu pai e que havia sido prometida em casamento antes mesmo de nascer. Coitada.


Depois de ser atropelado acidentalmente por Merry Christmas – ainda morro com essa piadinha infame –, Kang Mu Gyul sai para beber depois do seu show com a menina fofa, assim acabam se conhecendo. Mais um personagem meio manjadinho para Jang Geun Suk! Caros roteiristas, vocês não se cansam de escrever o mesmo tipo de personagem, não? Ele é um revoltadinho, músico e com problemas familiares. E olha que coincidência, como em You're Beautiful, o problema é com a mãe dele! Sim, a mulher não passa de uma irresponsável, louca, desmiolada, que não foi capaz nem cuidar do próprio filho quando era pequeno, ou seja, aos 24 anos, é ele quem cuida dela, quando a mesma resolve aparecer de vez em quando com mais um problema nas costas.


Jung In é o quase marido de Mary. Também foi uma vítima dessa história de "prometidos em casamento", entretanto, ele é obrigado a entrar no joguinho para poder receber o investimento do seu "querido" pai em seu dorama. Óbvio que eu fiquei com mó raiva dele quando ele começou a jogar sujo com o casalzinho, né? Detalhe: enquanto assistia o drama, eu não conseguia comparar o rosto dele com algo que não fosse um peixe!


Seo Jun não é o que dá para se chamar de vilã. É só mais uma sofredora que foi abandonada pelo Mu Gyul após um mês de namoro. A única coisa ruim foi o fato de a queridinha achar que, só porque na época em que ela namorava o revoltadinho, ele não queria casar e não tinha nenhum relacionamento mais duradouro que um mês, tinha que continuar sendo assim. Por isso, não rola um amorzinho entre a dita cuja e a pessoa da Mary. Jun não contava que a qualquer momento Mu Gyul poderia se apaixonar de verdade e mudar. No entanto, como no fim tudo acaba bem, ela acaba entendendo e apoiando os dois pombinhos. Só achei que ela deveria ter acabado com o Jung In... Os dois tinham acabo de perder suas grandes paixões e eram grandes amigos...


Este era para ser o vilão, porém foi mais um erro técnico, cenicamente falando. Na verdade, ele não chega bem a ser o vilão, pois só quer que o filho viva um amor que ele não teve a oportunidade de viver, já que a mãe de Wi Mary escolheu casar-se com seu melhor amigo, Dae Han. Por isso o trato de o filho dele se casar com a filha do amigo, sem que Dae Han soubesse do seu amor por sua esposa. Como tem gente sofrendo por amor não correspondido nesse drama.


O drama em si não é tão focado na comédia, mas há momentos como o "casamento dos pesadelos" da Mary logo no começo, a cabeça do cara de peixe girando que nem a da menina do exorcista e a festa de "feliz divórcio" que fazem as horas que você parou para assistir valerem a pena. Entretanto, acho que a melhor coisa deste dorama foi focar bastante no casamento falso de Mary e  Mu Gyul. Assim ela ganha um contrato de cem dias, ao findar deste prazo, ela deve escolher se quer ficar com Mu Gyul ou Jung In. Porém as coisas não saem de acordo com o planos dela...


Os dois se descobrem apaixonados quando não sabem mais distinguir se o casamento de mentira era mesmo uma mentira ou tinha virado algo mais que isso. Até os amigos de ambos concordam que Mary deveria escolher Gyul ao invés de Jung In. Mesmo sendo pobre e não tendo muito luxo a oferecer, ainda assim ele estava de acordo com suas "exigências": gostava dela, não queria uma família, mas precisava de uma. E isso foi o suficiente para eles se acertarem no final e ficarem juntos – não definitivamente, já que a própria disse que eles haviam terminado 12 vezes e estavam namorando pela 13ª vez depois de terem se ajeitado!

Mensagem Subliminar:

Não importa se você é pobre, sonhadora e está prometida em casamento para um cara rico, você pode acabar com um cara mais pobre do que você!