sábado, 13 de outubro de 2012

Dorama: Ma Boy


Sinopse:  Jang Geu Rim vai estudar em um internato de artes para ficar próxima do seu ídolo, porém terá alguns pequenos imprevistos com sua "colega de quarto".

Olha eu aqui tirando o paranho do blog. Espero que ninguém tenha me abandonado ainda. Prometo que vou tentar fazer o máximo para voltar a ser ativa como antes. Bom, vamos falar do que interessa, né? O drama... O que eu achei? Leia e verás.


Jang Geu Rim é uma garota de dezoito anos que acaba de se mudar para um internato de artes para ir atrás de seu ídolo, Tae Joon. Quero deixar claro que amei as expressões faciais da So Hyeon. Cara, durante todo o drama ela fez uma variação de caras e bocas bem notável e, não que tenha algo contra essa idade, mas juro que não botei muita fé depois de saber que ela tinha só doze anos! Isso mesmo, DOZE ANOS. Bom, voltando ao personagem, Geu Rim é uma menina inocente - não retardada! -, com uma história triste que partiria meu coração se eu tivesse um. No começo, todos acham estranho o fato de ela ter se transferido para a tal escola, já que não aceitam transferências por lá, no entanto, o que está por trás disso é o fato de que ela é uma ex-leucêmica, a qual recebia visitas do diretor da escola, que aceitou-a na instituição por seu talento, ponto final.


Woo Hyun/Irene é colega de quarto de Geu Rim. Irene é a garota mais desejada da escola por ser extremamente misteriosa sobre a sua identidade e ninguém nunca ter de fato ouvido sua voz. Na verdade, o que ninguém da escola sabe é que, na verdade, Irene é Woo Hyun. Outra pessoa que gostei da expressão foi esse menino. Gente, achei as caras de desprezo dele eram um luxo! E não foi uma nem duas vezes que essa cara apareceu, foram várias, para a minha alegria, claro. Woo Hyun fracassou algumas vezes em suas audições de grupo e o presidente da agência para a qual ele trabalha estava precisando de uma modelo, já que a antiga havia furado... Não preciso nem falar no que deu, né? You're Beautiful invertido, óbvio.


Tae Joon era o bophe vitaminado da vez. Não achei o grande coisa, entretanto, as meninas do drama ajudavam Maomé a empurrar a montanha por ele! Como diria Lee Gyu Won - Heartstrings -, não passa de um príncipe narcisista. Não que não tenha dado uma animada no bagulho e não tenha sido o motivo mais importante pelo qual a Geu Rim estava naquela escola, todavia, às vezes, o "ser cheio de si" dele perdia a graça, ou seja, é um personagem que faltou alguma coisa a mais para ser a barraquinha de pastel ambulante do drama.


O TaeClu é o trio-parada-dura do negócio. Sabe aquela brincadeira do "nós andamos iguais"? Então era exatamente assim que as loucas, fissuradas, apaixonadas e neuróticas pelo Tae Joon andavam. Por ele, elas matam, morrem e ainda jogam o detalhes de como foi na internet. Não diria que elas são uma comédia, porém, se você tiver um pouco de falta de noção, dá pra dar umas risadas meio "tímidas".


O IClu era o fã clube da Irene. Formado por garotos meio que toscos e um tanto desprovidos de inteligência. Fizeram pouca coisa durante o drama, ou seja, não ia fazer diferença nenhuma se eles não estivessem ali. Ou será que fariam? ...


Agora vamos ao que realmente interessa: a crítica a estrutura do drama. O que mais gostei é que os secundários, eram apenas os secundários. Pareciam de vez em quando pra dar um pouco de sentido no negócio, aprontando e ajudando e depois saíam. Não que eles tenham aparecido pouco, pelo contrário, só não fizeram muita diferença na história. Mexeram um pouco aqui, um pouco ali e voilà, saíam de cena.



Comecei a assistir esse drama hoje de tarde e a primeira coisa que pensei ao ver a bonitinha ali babando na estrela do Kpop foi: "OMG! Mais um daqueles dramas em que o mocinho-rebelde-sem-causa-narcisista acaba com a mocinha-inocente-burrinha-retardada". Quase desliguei na hora, no entanto, resolvi deixar rolar para ver o que acontecia. E que bom que fiz isso, pelo menos não ficarei eternamente curiosa para saber o que ia acontecer e nem me decepcionei com essa coisas de mocinha-mocinho que ela sempre sonhou. Quando eu me dei conta de que o mocinho na verdade era Woo Hyun - isso aconteceu na metade do primeiro episódio -, dei pulinhos de alegria ao saber que a mocinha não iria sofrer por causa do ego do gatinho que havia escolhido para si. Quase me senti fazendo o touchdown final do jogo, man.


Não vou dizer que foi o melhor drama que eu já assisti na minha vida. Não foi, mas valeu a assistida. Porém tem coisas que não fiquei muito feliz. Primeiro que só tinha três episódios, segundo que não tinha aqueles barracos "pegada" que demora horrores para resolverem, aconteceu alguns pequenos fios soltos no meio da manta, nada que uma tesoura e um fósforo não resolvam. Não teve aquela emoção de saber quem era o menino e tudo o mais, sabe? No primeiro episódio você já fica sabendo que Irene e Woo Hyun são a mesma pessoa. Pelo menos dessas vez não vou reclamar da falta de beijo, porque eu comecei a assistir o drama bem ciente que a prota tinha só doze aninhos e, né? Estamos falando da Coréia, não do Brasil...

E, cara, como não consigo deixar passar nada, se choquem com essa soma de personalidades que eu fiz:


Sim, Woo Hyun é uma mistura de MinHo e o menino da cara de peixe de Mary Me, Mary, man .-. Ai, chega de falar, né? Ficou uma tripona essa texto, isso sim.

Mensagem Subliminar:

Parece que a moda asiática de se travestir está alcançando novos horizontes!


sábado, 9 de junho de 2012

Filme: Chilling Romance


Sinopse: Um mágico de rua mal sucedido persegue uma moça esquisita e a contrata para ser sua “assistente de palco”.

Estava eu brisando divando em uma noite de sexta-feira, super a fim de assistir alguma coisa asiática e de repente vi esse filme no Sarang I Love You, então, decidi baixar para ver no que dava. O cartaz chamou bastante atenção, por isso, resolvi dar uma chance a esses dois atores cheirosos que ainda não conhecia. Claro que tem vários absurdos e coisas subentendidas que ocorreram no filme e vou expô-las aqui, óbvio.


Ma Jo Goo é o tal mágico de rua mal-sucedido que, ao ver Yeo Ri em um dos seus shows, a persegue e a convida para ser sua “assistente de palco”, se assim podemos chamar. Nunca tinha visto um drama com o senhor Lee Min Ki, entretanto, confesso que fiquei um pouco impressionada com sua atuação. Não que ele seja do tipo que te desperta aquele desejo de assistir seus trabalhos – como Jang Geun Suk ♥ – e nem que seja do tipo “nossa, como ele atua!” ou “nossa, como ele é lindo. Casa comigo, cara!”, todavia dá pro gasto, né? Seu personagem é um tanto quanto cômico, em algumas cenas, de tão bobo que é. E, na minha humilde opinião, já uma coisa meio clichê em filmes de “comédia romântica” – se é que isso era pra ser uma comédia romântica!


Yeo Ri é uma mulher solteira e sozinha – se assim podemos dizer, já que a família não mora com ela – que é assombrada pelo seu passado. E quando eu digo assombrada pelo passado, levem isso para o lado literal. Tem lá a fantasma, Ju Hee, que parece mais aqueles espíritos de filme americano, mas tudo bem que um dia foi sua melhor amiga. Ambas sofreram um acidente e, graça a Yeo Ri ter pedido emprestado o colar de sua amiga e quase ter morrido com o mesmo em seu pescoço, foi salva primeiro. Segundo o médico que lhe salvara, seu corpo tinha uma luz diferente. Não que tenha achado que a Yeo Ri tenha feito grandes coisas no filme e em sua vida fictícia, no entanto, ela me deixou um pouco irritada, sabe? E, depois, a irritação passou porque eu comecei a ter pena dela por ser sozinha, ter que mentir que está feliz mesmo não estando, não ver suas amigas há dez anos, não ter um relacionamento decente, etc, etc, etc... toda aquela baboseira de sempre que a gente já está acostumado.


As amigas da Yeo Ri eram uma comédia. Aquela escritora de escritoras de comédias românticas era sem dúvida sensacional. Ela era outra solteirona que achava que sabia tudo sobre romances, já que era escritora. Sem falar que a maioria das suas cenas eram durante o banho dela, quase cheguei a pensar que ela morava no banheiro! A outra vivia cheia de métodos de emagrecimento, só que nenhum dava certo... 
Sem muito elenco de apoio, o filme me conquistou justamente por isso. Não que tenha algo contra figurantes e coadjuvantes, só que acho que muitos deles em um único filme não é legal. Tira muito a atenção do foco principal – que, no caso, é Yeo Ri e Jo Goo. Como aquela namorada-de-começo-de-filme-barra-drama do Jo Goo. Ela não fedeu nem cheirou, apareceu em umas três cenas, totalizando uns quinze minutos no máximo e foi só pra encher linguiça! Acha mesmo que tem necessidade disso?


E não que tenha tido cenas hilárias de você quase ter um infarto de tanto rir. Todavia teve algumas cenas que tiravam um riso mais frouxo e te faziam querer continuar a assistir. Ou talvez era apenas uma tentativa de retirar o foco dos pequenos e nada assustadores sustos que ocorriam vez ou outra no decorrer do filme. Nada muito exagerado. Ainda assim, teve uma cena que me fez ter um ataque de riso que eu não conseguia mais parar. Capture da dita cuja abaixo:




Já sem muitas expectativas de que fosse mesmo bom, o final não surpreendeu. Claro que dá aquela ansiedade de “oh, como será que vai terminar?”, depois você não consegue nada mais que uma sensação de “sério que é só isso? Eu já sabia que ia acabar assim!”. Não que o filme não tenha lá o seu valor, que não seja bom, que não valha a pena ver, só que é mais um daqueles filmes tipo “eu gostei, mas não recomendo a não ser que você não tenha nada melhor pra fazer”. Ainda assim, quero deixar registrado aqui que este foi o primeiro filme coreano que meu pai se deu ao trabalho de sentar e assistir comigo. Mesmo não tendo gostado da metade pro final, ele se manteve firme e assistiu até o fim! Outra coisa que quero deixar registrada é: segundo meu pai, mulheres coreanas são mais bonitas que japonesas e chinesas...

Mensagem Subliminar:

Não se relacione com pessoas com passado perseguidor, esse passado pode passar a te perseguir também!

 

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Filme: The Case of Itaewon Homicide


Sinopse: Dois garotos americanos são acusados pelo assassinato de um estudante coreano em uma lanchonete.

Ok, primeiro de tudo quero deixar bem claro que o filme é bom, só que é triste saber que, para esse filme sair, um jovem de 23 anos com a vida inteira pela frente teve que morrer. Não indico para pessoas com o estômago muito frágil, já que tem algumas cenas com bastante sangue. Indicado apenas para pessoas que gostam de um bom suspense baseado em fatos trágicos e verídicos.

 
Primeiro absurdo cabuloso que eu quero apontar nesse filme: coreanos se passando por americanos! Gente, como assim? Eu sei que para o negócio ser mais real, precisavam de coreanos para serem os americanos descentes de coreanos, só que podiam ter ensaiado um pouquinho mais a pronúncia, né? Portanto, vamos deixar de lado esses detalhes e vamos ao que interessa de verdade. O primeiro acusado de assassinar Joong Pil – e o inglês também! – é Robert Pearson ou só Pearson mesmo. Claro que tem que haver um motivo de força maior para que assistisse este filme e o nome desse motivo é Jang Geun Suk. Já tá todo mundo cansado desse meu favoritismo descarado, só que é a vida, né, amores? Bom, voltando, Pearson é um cara de 18 anos, filho de um mexicano com uma coreana, que está visitando a Coréia. Era o dono da arma do crime, então já dá pra saber o porquê de ser o principal suspeito, né?

 
Alex Turner do I wanna know? Jung, vulgo AJ, é amigo de Pearson há três meses. Estava junto com Pearson na hora do assassinato e o acusado de tê-lo cometido. No começo, você pensa “O gordinho não tem culpa no cartório, não!”, porém, depois de um tempo, aparentemente ele é o tal assassino. O pai dele tem umas pira muito loucas, o cara é totalmente fora da house e quer a todo custo provar que o filho é inocente, só que a cada depoimento fica mais difícil de provar a inocência do tal. Ainda mais quando o menino resolve dizer na presença do pai que “deveria ter mostrado a eles”. Supeito, não?


E tem também o promotor Park, que começa o filme acusando o Pearson e depois quer a qualquer custo acusar AJ, já que todas as provas apontam para ele. O promotor é o que mais sofre - e provável que na vida real também -, porque ele não pode escolher nenhum dos lados, apenas o lado inocente e é realmente difícil saber quem fala a verdade e quem mente. O cara chegou a mijar nas calças de tanta paranoia! Se eu fosse ele, já tinha metido todo mundo na cadeia porque, olha, o negócio rendeu nesse filme, hein?


Tá, mas nada disso interessa. O que interessa de verdade é: quem matou Joong Pil? E a cada segundo que passa do filme fica mais difícil saber quem foi, já que ambos se mostram ser altamente suspeitos. Tive que me controlar para não roer as unhas e arrancar os dedos fora, pois a disputa foi acirrada. AJ acusava Pearson e vice-versa. Tinha a mãe do Joong Pil que, de vez em quando, aparecia gritando, chorando, etc. e tinha aquele pai do AJ que já estava me dando nos nervos também. Imaginem a minha situação assistindo o julgamento. A primeira coisa que se deve notar durante os depoimentos é o fato de Pearson alegar não saber falar coreano. Tipo assim, ele tem a mãe coreana e não sabe falar coreano? É quase como ser freira e não saber fazer hóstia!

 
Todavia esse não é o ponto crucial que determina quem matou ou não. O fato comprovante mesmo vem depois – mesmo que muito confuso – quando Pearson, depois de cumprir sua pena de um ano e meio na prisão por porte de arma letal, aparece lá no escritório do promotor para agradecê-lo e falando coreano! E sabe o que achei mais tenso? É que ele diz que aprendeu na cadeia... cadê as pedras pra mim jogar no teto de vidro dele, hein?! Abstraiam esse meu momento revolta total. Voltando, aí depois disso tudo, o promotor vai na tal lanchonete e pergunta pra garçonete porque o banheiro tá desativado e ela responde que aconteceu algo ruim. Park fica olhando pra um quadro que tem no canto, aí a galera da câmera dá um close até a imagem entrar no banheiro, vai dando uma aumentada na luz até todo mundo ver que o corpo de Joong Pil tá lá e o banheiro tá todo sujo de sangue! Eu não entendi nada, cara! Porque quando eles vão investigar, o banheiro tá limpo! LIMPO, MANO! Tá, chega de pirar.

 
Quero elogiar o cara que escreveu o roteiro do filme – menos o final, porque eu não entendi nada, só que o Pearson que matou o Joong Pil – por ter feito um filme que me deixou na curiosidade até o final, mesmo eu já tendo caçado uns spoilers por aí e descoberto que o assassino era o Suk lindo. Beijo pro cara que resolveu pôr o Suk nesse papel, afinal, ele ficou tão merendinha das crianças com aquelas feições malvadas – mas só se você souber ignorar aquele cabelinho rastafári horroroso que fizeram nele! Um abraço bem apertado no gordinho que quase me convenceu que era do mal. E meus pêsames a verdadeira família do Joong Pil – que, na verdade, nem é o nome dele de verdade, é só um nome fictício.

 
Mensagem Subliminar:

Armas letais na mão de adolescente pagando de maníaco do parque é que nem homem bomba no meio da multidão, nenhuma testemunha pra contar a história! 

PS: Quero pedir desculpas pelas captures, porém eu tenho um álibi. Primeiro: O filme que eu baixei estava em uma qualidade horrível; segundo: eu estava morrendo de preguiça de ter que abrir o filme e assistir ele enquanto tirava as captures legais ;-; Juro que da próxima vez, eu não vou deixar a preguiça me vencer, sério, mesmo.

PS²: Essa resenha estava pronta há mó tempão e por isso eu não modifiquei nada nela, mas eu esqueci de colocar o maior absurdo não só do filme, porém da vida real também, após um tempo na cadeia, AJ que havia sido acusado e preso pelo homícidio recebeu o perdão judicial, ou seja, todo mundo foi para a cadeia por um pequeno espaço de tempo e saiu ileso da história toda, o que significa que ninguém pagou pelo crime...

PS³ (02/02/2017): Aproveitando o fato de estou revisando todas as resenhas, vou atualizar a segunda observação: com o lançamento do filme, os pais da vítima conseguiram autorização para a reabertura do caso, sendo assim, com os avanços nos recursos de investigação, chegaram a conclusão que Pearson era o verdadeiro assassino e o condenaram a 20 anos de prisão, pena máxima que um menor de idade pode receber na Coréia, pois na época em que cometeu o crime tinha 17 anos.

sábado, 21 de abril de 2012

E se as aparências realmente enganam os olhos dos meros mortais?


Acabo de ir até o Dramatologia e ver coisas que me tiraram totalmente do sério e me deixaram muito frustrada por ser kpopper. Deixa eu explicar por que. Nessa postagem, minha cara Raquel - uma das pessoas que eu mais admiro, de coração - comenta sobre algumas "atitudes" de talifãs imaturas e infantis. Ok, eu não quero falar só sobre as talifãs do TaeMin, mas das "sasaengs à distância" em geral.
Sasaeng, pra quem não sabe, é um termo usado para descrever, se assim podemos dizer, kpoppers com um nível de "adoração" mais perigoso que o normal. Elas perseguem seus ídolos, tiram-lhes a privacidade e tem comportamento totalmente possessivo e agressivo. E muitas vezes isso gera violência da parte dos ídolos, pelo estresse causado à eles - vide os vídeos: http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=mp81lAfDIcE; http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=lWic8QUWKmU.
Todavia acalmem os ânimos, ainda não é nesse ponto que eu quero chegar. Quem leu - e se você não leu, corra para ler - a postagem da Raquel sabe que o preconceito é uma coisa muito usada para agredir as pessoas, mesmo que inconscientemente. Mas e se o seu ídolo não é como você pensa que é? E se os seus olhos de mortais não te deixam ver o que realmente é verdade?
Vamos deixar de lado os ídolos, o amor, os fandoms e vamos fazer uso dos olhos analíticos que a filosofia e a sociologia nos dão - ou não. Algumas coisas no kpop ultrapassam o senso do rídiculo. Peguemos como exemplo Super Junior, uma das maiores boybands da Coréia, com um dos maiores e mais respeitados fandoms. Se você for avaliar, nem todas as músicas são boas, nem todas as frases das letras fazem sentido e muito menos da metade dos integrantes tem, de fato, um talento natural para a coisa toda. Entretanto, o que é que realmente te faz gostar deles? Seria a imagem divertida ou o produto físico que lhe é oferecido? Não sei. Eu também não sei o que me fez gostar, porque a primeira vista eu não gostei e aposto que a maioria também não. Só que a questão é: até que ponto tudo isso é verdadeiro?
Todos nós sabemos que as empresas abusam e exploram dos seus contratados e, muitas vezes, há uma cláusula no contrato que permite que elas façam isso com seus contratados. E é por isso que eu estou aqui tentando fazer as pessoas olharem pelo menos por um minuto para tudo isso e questionar a realidade desse mundo.
Portanto, o que você faria se descobrisse que seu ídolo é racista? Antissocial? Tivesse preconceito com as classes sociais mais baixas? Porém não é apenas isso. O pior pesadelo de uma "sasaeng à distância" é: e se o seu ídolo fosse gay, minha filha? Acho que elas aceitam todo o tipo de preconceito da parte deles, todavia não aceitariam a opção sexual deles.
TaeMin e Ren são exemplos de meninos que são mais femininos que a minha pessoa, mas que não podemos provar se eles são assim ou se isso é apenas uma imagem criada por suas contratantes para que um público maior seja atingido. Caso você não tenha entendido como eles consegue que um público maior seja alcançado dessa forma, eu explico. Kpoppers, na sua grande maioria, são meninas, ou seja, a grande sacada de ter integrantes com "personalidades" assim é: as garotas vêem neles o que na verdade elas desejam ser.
Mesmo que você esteja sofrendo um momento de negação neste exato minutos, depois de um tempo você vai perceber que o cabelo de ambos é melhor que o seu e o meu juntos e que só teremos um cabelo assim daqui um trinlhão de anos e um quadrilhão de gerações. E que só teremos conseguiremos peles de pêssego e maquiagens lindas assim se debutarmos.
Você deve se perguntar: "Tá, mas o que eu tenho a ver com isso? E onde você quer chegar com isso?" e eu respondo: o que as empresas querem é que você se identifique com seus produtos - boybands e girlbands - e se interesse por eles. É como um ciclo vicioso que nunca acaba. Hoje, você gosta disso, amanhã, milhares de garotas gostaram disso também. E tudo que eles tem que fazer é instruir seus belos rapazes e moças magras a sorrir, serem simpáticos e apenas falarem quando lhes dirigirem a palavra.
Em seus tempos de trainee, eles não são treinados apenas para dançar e cantar durante horas a fio, são também treinados para ter um linguajar acessível, serem educados, sorrirem mais do que é necessário, estarem sempre de bom humor e serem tão engraçados quanto é possível.
E, quando menos esperamos, estamos envolvidos com a graça e a irreverência desses artista totalmente carismáticos, porém sem saber se isso é genuíno ou se eles são apenas robôs manipulados pelos seus superiores. E a dúvida permanece sem uma resposta.
O que eu estou querendo dizer é que só porque o seu ídolo parece menina, legal, engraçado, talentoso, divertido que é dessa maneira. Só porque você o vê desse modo não significa nada. Não é uma verdade só porque nós achamos que é.
Enfim, chega de encheção de linguíça, eu não aguento mais dar uma de menina intelectual sabendo que vai ter um monte de gente que vai ler isso e não vai compreender o verdadeiro fundo disso tudo. A única coisa que eu digo as pessoas que chegaram até essa parte do post é: Obrigado e reflita sobre isso.

PS: Quem sabe eu até use isso em um trabalho de escola *likeaboss*

domingo, 25 de março de 2012

Drama: I Will Teach You Love



Sinopse: Uma mulher nada atraente - fisicamente - vai até uma agência no maior estilo "Hitch, o conselheiro amoroso" a fim de conquistar um cara que roubou seu coração há 12 anos.



Primeiramente, eu baixei esse drama descompromissadamente, apenas porque eu estava a fim de assistir alguma coisa pro tédio passar e aí... VAPU! Me deparo com esse cheiro de drama. No começo é bobinho e você não dá nada, entretanto, ele te envolve e te surpreende.




Lee Jin Lee, como pode-se perceber na capture a cima, não é uma mulher muito... hã... atraente. Ela é apaixonada por plantas, botânica e faz você sentir pena dela toda vez que resolve falar algo fofo sobre seu amor não correspondido. É um tanto ingênua e não sabe nada sobre homens, por isso, decide procurar uma agência que a ajude a conquistar seu homem. A atriz me conquistou totalmente no começo, pois eu pensei, ligeiramente, que seria uma Kim Sam Soon da vida que faz biquinho e cuida de plantas. Só que me decepcionei com o decorrer da história que, por acaso, acabou virando puro drama. Ainda assim, eu gostei dela e a personagem quase me fez ter um ataque com seus foras impagáveis.



Kwon Tae Joon foi o "Hitch" contratado pela Jin Lee. No começo, parece meio frio, não acredita no amor como um sentimento e, sim, como um negócio. Ok, o ator não é tão bonito assim, mas tem o fator "durão" a seu favor, o que faz todas as mocinhas gostarem dele. Cabelinho tenso o dele, eu sei, mas, acreditem em mim, no drama, ele era muito pior quando adolescente! Abstraiam isso, não tem nada a ver... voltando, sua grande missão é transformar Jin Lee em uma moça atraente e interessantes aos olhos masculinos, tanto que ele até sai com ela para comprar lingerie, alegando que homens têm raio X!



Choi Chul Woo, supostamente, é o homem que Jin Lee está tentando conquistar. É o gatinho sedutor da história toda. No começo, parece ser o menino mais fofo, fiel, atencioso, amoroso de todos os tempos. E de repente... BOOM! Vem a bomba: nada é o que aparenta. A segunda imagem que temos é que ele é um galinha, safado, sem vergonha, que deveria ter o coração metralhado. E de novo... BOOM! Ele não é isso também. Na verdade, ele é o verdadeiro cara que a Jin Lee contratou para conquistar o homem para quem ela dedicou 12 anos de puro amor. Muito bafão pra um drama? Calma, ainda tem mais...



Aí, sem nem ao menos perceber, Tae Joon está cada vez mais envolvido emocionalmente com  Jin Lee do que gostaria ou deveria, profissionalmente falando. Tanto que até começa a atender os pedidos da mulher, levando-a para jantar, recebendo comida na boca, levando-a para comprar um sapato novo, já que ela quebrou o salto pulando na rua, e a levando para jogar baseball. E tudo isso não é suficiente para que Tae Joon se dê conta de seus sentimentos por Jin Lee.



Como em todo drama que se preze, os mocinhos demoram quase o drama inteiro para descobrir que estão perdidamente apaixonados um pelo outro, ou seja, 489652521654ª Lei dos Dramas: os mocinhos só devem descobrir que se amam, quando todo mundo já souber disso e o drama já tiver passado da metade. Quando Tae Joon se deu ao trabalho de se vestir de palhaço apenas para fazer com que o "jogo" recomeçasse para Jin Lee na busca pelo seu namja, todos já sabiam que ele estava mó gamadão na novinha. Muito digno esses dois juntos, só achei tenso o fato de ele esperar até o último minuto para ir lá "arrancá-la" das mãos do "aproveitador" do Chul Woo. E aquele piti que ele dá quando descobre que a situação era invertida, que ela estava tentando conquistar ele e não o Chul Woo? Gente, quero que me joguem pedras se eu estiver errada, mas por que raios ele teve aquele piti? Tipo assim, o cara trabalhava há não sei quanto tempo "ajudando" homens a ganhar suas mulheres e, quando uma mulher o quis, ele deu aquele ataque de pelanca meio à lá Han Kyul. Pra mim, não dá esse negócio. Se todos os homens da Coréia forem assim, eu desisto dos meus 4987495461494951651984592165494521 bias!


Diferente dos dramas que eu costumo assistir, esse não era tão pastelão, daqueles que você se joga no chão de tanto rir e depois fica sem entender o motivo de tantas risadas. Claro, tinha a sagrada comédia de todo o bom drama, só que não era aquela coisa exagerada, era algo mais moderado, mais apropriado para um romance. Não é um drama triste que te faz ficar chorando durante um bom tempo como uma boba - a não ser que você seja uma manteiga derretida. É tristinho, dá dózinho dela e depois dá dózinho dele, quando ele passa por ela e ela o esqueceu devido a cirurgia que afetou sua memória. É bonito, é romântico, é engraçado, é envolvente, o desenrolar da história é fácil de compreender e de acompanhar, só achei tosco aquela coisa toda de "agência pra conquistar o amor da sua vida", sabe? A primeira coisa que pensei foi "bem coisa de asiático mesmo, hein?". Tirando isso, é um bom drama para se assistir se tem nada para fazer e quer uma história que valha realmente a pena, afinal, é um drama de apenas um episódio.

Mensagem subliminar:

Não tem jeito, já é fato consumado: mulheres asiáticas tem como maior sonho não ficarem velhas e sozinhas!

domingo, 18 de março de 2012

Drama: Rock Rock Rock


Sinopse: Doc-drama sobre um dos melhores guitarristas da história.

Sem dúvida, o melhor drama que assisti. Não estou dizendo isso só porque é sobre rock, Kim Taewon, Boohwal ou porque toca muito Led Zeppelin. Não. Gostei mesmo, de verdade. Quem não gosta de rock ou da história do mesmo, depois de assistir esse drama, simplesmente se apaixona! Sem palavras para descrevê-lo. Mas pra começar esse post com o pé direito e já entrar no clima da coisa, clique aqui :)


Kim Taewon é mais um desses caras que nasceram para a música, que, mesmo sem saber, a música já corria em suas veias e seu coração já pulsava acordes de guitarra. Quando pequeno, não gostava de estudar, vivia gazeando aula e era um inútil – em partes, claro – que havia se formado na escola noturna, ou seja, na escola dos vagabundos coreanos – caso não saibam, estudiosos e pessoas que vão bem nos estudos, estudam no horário integral, ou seja, durante o dia inteiro e, os VASPP’s estudavam na escola noturna. Aos treze anos, aprendeu o que era Rock n’ Roll com seu tio – obrigado, tiozinho, por ensiná-lo – e se empenhou para aprender a tocar violão. Em cinco meses, já dominava Baby I’m Gonna Leave You do Led Zeppelin – pra quem não sabe, essa música é horrores de difícil de tocar – que nem gente grande. Mais tarde, trocou seu violão por uma guitarra e passou a ser conhecido por Jimmy Page guitarrista do Led por seus amigos. E com o tempo, ele só foi melhorando suas habilidades, até chegar a fundar a banda Boohwal, por influência do seu tio lindo cheiroso.


Lee Soo Yeon foi a primeira garota a despedaçar o coração do pobre Taewon. No começo, ela não gostava dele e nem de rock, só que, como o amor faz coisas impossíveis nos dramas, ela passou a gostar de ambos. Por causa dele, chegou até apanhar do tal Dongpal, um carinha obcecado por sua pessoa linda e maravilhosa. Maior sem graça do drama, tive vontade de socá-la por ser tão sem sal e, na hora da dificuldade, deixá-lo. Nunca entenderei essa coisa toda: quando começou a ser perseguida e apanhou do Dongpal, estava tudo lindo com o Taewon; quando a pobreza começou a bater na porta deles, ela picou a mula!


Já Hyun Joo foi humilhada, estraçalhada e a primeira a descobrir sobre o vício do Taewon em drogas e continuar apoiando-o. Sofri cada segundo junto com ela, era muito amor para aguentar tanta doideira, tanto chove e não molha. A única coisa que tenho a declarar é que, se fosse eu, já tinha matado e fugido pros States. Não, mentira, mas não ia ficar aguentando toda a humilhação que ela passou, não. Caso você não acredite, ela começou a dar uns pegas nele quando a situation estava começando a ficar brava, aí descobriu que ele usava drogas e tals e VAPU! Apareceram casados e com dois filhos depois de alguns anos. Dá pra acreditar? Mas, ok, fiquei com pena dele quando ela e as crianças foram e embora, porém a odiei até a minha trigésima geração quando voltou. Nunca entenderei. Tá, para, coitada da menina. Pensem comigo, só tem uma explicação pra isso: trouxice. Você lá toda apaixonada e o cara bêbado no bar, do teu lado, cantando saranghae saranghae pra outra mulher? E, quando você pensa que tá livre do encosto, lá vem ele viciado em drogas, louquinh o da pedra! Outra coisa, só eu achei essa atriz a cara da Sunny do SNSD?


SungChul foi o maligno nada montado não que eu tenha notado na malignidade. Por causa dele, Taewon se achava inferior e que não tinha nenhum valor na banda. Mesmo Taewon o defendendo com toda a força do seu ser, ainda assim, SungChul passou aquela rasteira bonita que não pode faltar em drama – e pelo visto, nem na vida real também! Quando entrou na Boohwal, por ser o vocal, logicamente, que as atenções eram só para ele, sendo que todo o serviço, digamos, “sujo” era dos outros parceirinhos de banda. E aí que começou o problema todo. Taewon se viciou nas drogas dorgas, manolo e cismou que iria fazer tudo no segundo CD da banda, ou seja, foi quando eles foram dar um abraço na Samara no fundo do poço só os fortes entenderam. O que o bonito do SungChul fez? Pulou fora e levou todos os integrantes junto! Pode um negócio desse? Sem falar que Taewon diz até hoje que ninguém cantará suas composições como SungChul cantou...


Aí, além desses três personagens que citei, tem os membros da banda – que fizeram tanto bafão pra sair da banda que nem lembro o nome deles! –, o carinha lá que, se eu não me engano, era o manager, os amigos do Taewon e mais uma cambada, porque nesse drama não teve economia na hora do elenco de apoio. Só tem um problema: não lembro o nome de nenhum.


Quero deixar registrado aqui um beijo para o cara da dedicatória que escreveu logo no início do primeiro episódio "esse drama é dedicado a todos os jovens com sentimento de inferiodade", genial. Agora vamos falar do ator principal, o mega necessário do No MinWoo. Além de ser a merendinha das mocinhas que assistem seus dramas, No MinWoo foi escolha perfeita para viver Kim Taewon porque ele tem um sofrer, uma fibra diferente dos outros atores estereotipados que vemos em todos os dramas. Mostrou todo seu jogo de cintura e sua versatilidade nesse drama, porque, convenhamos, não é nada fácil dar vida a um dependente químico em abstinência, certo? CERTO! Sem falar que ri horrores com as caras e bocas durante suas performances quando novo. E aquela apontadinha de guitarra? Me matou até a última encravada da minha unha do pé que foi a bastante tempo, vale lembrar.  E, saindo da comédia e partindo para o drama mentira, Mayara, senti tanto dó do Taewon quando começou a ter aqueles ataques doidos de abstinência, quando foi preso, quando começou a se debater na cama da clínica, implorando por seu violão. E o que eu mais achei marcante nesse drama foi a maneira como abordaram a vida do cara sem tentar transformá-lo num santo, mostrando o lado bom, o ruim e a reerguida dele depois de tantos tombos e como é possível, sim, vencer todos os obstáculos dessa vida. E vamos combinar que o texto do drama era genial. As cenas muito bem boladas. Duas captures:



Como já disse no começo desse post, este foi, sem sombra de dúvidas, o melhor drama que já assisti na minha vida. Beijo? Não tinha. Romance? Quase inexistente, se não fosse pelo quase suicídio do Taewon depois da Soo Yeon deixá-lo, nem diria que teve romance. Valores sobre amizade, família, amor? Tinha até que bastante. Portanto super recomendo, principalmente, se você é chegado no bom e velho Rock n’ Roll. E, quem ainda não é, vai ser, pode apostar. De qualquer modo, assista. É uma lição de vida! E, para fechar com chave de ouro, hoje serão três “mensagens subliminares”:

Mensagem Subliminar I:

Como já dizia minha omma, a galinha come milho o papagaio que leva a fama.

Mensagem Subliminar II:

A inveja mata e, se você não morreu, se prepare que aí vem bomba!

Mensagem Subliminar III (essa, na verdade, é uma frase falado pelo appa do Taewon):

Decepcionar seus pais, tudo bem, desde que possa fazer sempre melhor no futuro. Mas você não pode nunca decepcionar a si mesmo. Não há nada tão assustador quanto o arrependimento.




sábado, 25 de fevereiro de 2012

Filme: Heaven's Postman


Sinopse: Uma garota conhece um cara que se diz Carteiro do Céu.

Antes de começar expor minha opinião sobre este filme, quero que fique bem claro: EU NÃO ASSISTI ESSE FILME POR CAUSA DO KIM! Na verdade, eu nem gosto de DBSK, gosto do JYJ, mas odeio DBSK e espero que fãs assassinas e stalkers não leiam isso ou não me matem, que já está de bom tamanho! E pra começar quero dizer que amei o filme em todos os sentidos.


Hana é uma menina fofa, bonita e meio fissurada em coisinhas em forma de cereja. Perdeu o namorado há algum tempo, só que o que a bonitinha não sabia é que era a outra. Sim, o cara era praticamente casado, tinha um filho e estava pegando ela na moita! Como assim, produção? Coréia tá batendo nessa tecla do adultério, hein? Voltando, ela conheceu o anjo-fantasma quando foi deixar mais uma de suas cartas terroristas na caixinha do correio do céu e ele estava recolhendo as cartas. O próprio oferece o trabalho de ajudante e ela, primeiro, recusa e, depois, aceita. Gostei dela. Hana era uma fofa na medida certa, se eu me irritei com ela, não me lembro, sério. Sem falar que adorei os adereços de cerejinha dela.


JaeJoong... aiai, JaeJoong... só porque eu disse que não gosto de DBSK não significa que não ache o JaeJoong um cheiro, um pãozinho doce que acabou de sair do forno. Agora alguém, por favor, me explica por que raios o personagem tem o mesmo nome que o ator/cantor/dançarino? Não entendi qual a dinâmica disso. Quer saber? Não quero saber também! Estava lindo de qualquer jeito, aquela vozinha de neném misturado com a carinha de choro eterna me conquistaram até o fim. Ele era fofo, encantava, era um florzinho de menino. E acho que não poderiam ter feito escolha melhor para o papel de Carteiro do Céu, caiu como uma luva.


O elenco era basicamente eles, já que liam e entregavam as cartas do céu, não tinha muita gente pra pôr, ou seja, produção economizou no elenco de apoio. As coisas que mais marcaram nesse filme foram: os cenários lindos e simples, figurinos bem adequados - e bonitos, claro - e personagens sem muita frescura. Adorei a maneira como eles interagiam entre si e com as pessoas que iam surgindo na história.


O que mais gostei foi a temática simples. Não teve muitas viagens que caem em lugares comuns, como "ele é um anjo, então, tem que voar, tem que ter algum poder...". Era tudo muito simples. Hana conhecia JaeJoong, que se dizia Carteiro do Céu, os dois se apaixonavam devido a convivência e, como sempre, existia um daqueles obstáculos "Céu e Terra", sabe? Só o que não entendi muito bem no final foi a parte em que ambos se encontram depois de JaeJoong voltar a ser humano. Tipo, tudo não passou de um sonho que ambos tiveram ou aconteceu mesmo e eles achavam que era um sonho? Fora isso, nada mais ficou subentendido ou sugerido.


O grande mistério por trás do Carteiro do Céu gatão: ele era um cara que não estava nem aí pra nada, um dia sofreu um acidente e ficou em coma. Foi aí que ele recebeu a chance de virar Carteiro do Céu. O trabalho dele era bem simples: ler as cartas e mandar somente as que fossem puras e livres de qualquer ofensa aos céus e só quem podia vê-lo eram pessoas que se padeciam de seus entes queridos. E gostei de o carinha - que devia ser o chefe do correio do céu - comedor de muco nasal ter dado a chance do JaeJoong voltar para a Terra como humano novamente, só para não quebrar a velha tradição dos romances, mocinho e mocinha tem que ficar juntos no final, não importa se é no Ocidente ou no Oriente.


Não tenho mais nada a declarar ou comentar a não ser dizer que amei esse filme em tudo. Na simplicidade, no romance, no café, nos planos infalíveis para ajudar os remetentes das cartas... enfim, é um filme que eu super recomendo e que, com certeza, já está no meu top 5 de filmes, sem a menor sombra de dúvidas.

Mensagem Subliminar:

Se me permitem uma piadinha: beijada por um anjo.